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© 2019 por Karol Beduschi

  • Karol Beduschi

Itaúnas meu amor.


- Este post foi originalmente escrito e publicado (no antigo site) no dia 05.04.18. Estou atualizando e complementando seu conteúdo com base na nossa última ida em 08.03.19. -


Olá,


Quanto tempo!

No último feriado de Páscoa fomos à Itaúnas e como bastante gente me questionou sobre o local no IG, fiz uma enquete e a turma achou válido um post com dicas e opiniões, então aqui vai!


Um resumo fast-food:

Itaúnas era uma vila de pescadores no extremo norte do estado e estava separada do mar apenas por uma faixa de mata. Entre as décadas de 50 a 70, devido ao desmatamento para a expansão da vila, a areia avançou e soterrou toda a vila, formando assim as famosas dunas, tombada patrimônio da humanidade pela UNESCO desde 1992 e forçando os moradores a restabelecerem a nova vila depois do rio Itaúnas.

Busque por Itaúnas na Wikipedia para maiores informações. Acho sempre válido conhecer um pouco da historia do local ao visita-lo, torna a experiencia mais completa!

Uma breve introdução:

Como boa capixaba ouvi falar de Itaúnas por anos (as famosas dunas e capital intergaláctica do forró pé de serra), mas não tinha tido a oportunidade de conhecer. Fomos a primeira vez em dezembro de 2015, logo depois do Natal. Meu pai ligou e fez a proposta assim do nosso jeito progama-de-índio de ser: “vamos hoje e passar o fds?” e prontamente embarcamos na aventura, óbvio! Ana Luiza tinha na época, 1 ano e 7 meses. O resumo é que nos apaixonamos, todos. A água de temperatura morna, a vila rústica com ritmo desacelerado, a beleza natural, o acesso modo aventura, o povo acolhedor, tudo contribui pra um pacote cativante. Viemos embora sonhando com o dia que voltaríamos. Este dia chegou. Aproveitamos que a vinda do #tiomano coincidiria com o feriado e PARTIU!


Update: Nossa última ida, agora em março, foi em grupo. Juntamos o nosso grupo caseiro da Igreja e fomos em 5 casais e 3 crianças.



Vamos as partes práticas!



QUANDO IR?

Fomos em três épocas diferentes e aqui está nossa impressão sobre cada uma delas.


Na primeira vez, fomos entre o natal e o ano novo. Altíssima temporada, sol e calor a todo vapor. A vila estava cheia, tinha forró e gente dançando até no meio da rua. Como ainda não tinha enchido 100% para o ano novo, foi até bem tranquilo, mas cheio.


Na segunda vez foi em um feriado de páscoa (Abril). Eu esperava que estivesse lotada, mas não foi o caso. Estava menos cheia, bem tranquila. Uma delícia. Bem quente, mas no fim da tarde ventando bastante.


Nesta última vez, fomos no fds logo após o carnaval (Março) de muito sol e calor. A vila parecia deserta de tão vazia. A sensação é que estava todo mundo recluso de ressaca. rs.. Se você não curte agito, fica aí uma boa dica.


Nunca fui, mas dizem que em Julho, durante o festival LOTA. Quando eu descobrir eu conto.



COMO CHEGAR LÁ? 

Itaúnas está localizada ao norte do Espírito Santo, no município de Conceição da Barra, fazendo divisa com a Bahia ao norte. Partindo da nossa Vila Velha, seguimos na BR-101 sentido Conceição da Barra até chegar na entrada de Itaúnas. Basta seguir a sinalização, não tem erro, mas tem estrada de chão. Se você faz a linha chato com o carro, não vá. Se você não tem um 4x4  saiba que bate um pouco e se tiver chovido pode ficar complicadinho, do contrário vai que é uma beleza! Do acesso, desde a BR, até a vila são 20kms de estrada de chão. Update: estão asfaltando este trecho. Não sei dizer se é bom ou ruim. Acredito que possa facilitar a vida dos locais, mas ao mesmo tempo perde aquela característica de local mais remoto, de difícil acesso, pouco tocado.


A partir de Vila Velha são aproximadamente 4 horas e meia dirigindo tranquilo e com uma parada pra comer. Nós gostamos de parar no shopping de Linhares, o Pátio Mix, pra comer, ir ao banheiro, trocar as fraldas e dar uma quebrada no tempo dentro do carro. É mais ou menos a metade do caminho.


Na volta paramos na Havan, também em Linhares, pra não ter que fazer o retorno.

Quero registrar aqui que, voltamos no fim de um feriado prolongado (em Abril - pós páscoa) e levamos cerca de 6 horas até Vila Velha. Nos sugeriram entrar em Aracruz e fazer o retorno por lá, mas viemos pelo caminho tradicional. É o ônus de viajar no feriado né...


AONDE DORMIR?

Bom, conheço dois lugares. (Agora três...rs)


Na primeira vez, ficamos na Pousada Mirante de Areia e foi bem legal. Os quartos são bem simples, com ar condicionado, frigobar, tv. A limpeza também estava em dia quando nos hospedamos. A piscina no fim da tarde foi um plus! Bem delícia! O café da manhã eu achei muito simples. Fomos bem recebidos, recebemos dicas e informações e ainda sentamos pra um papo legal com o então dono (acho que ele não é mais o dono, mas não posso garantir).


Desta vez, quando fui procurar um lugar (booking, TripAdvisor - seleciono pelas avaliações dos usuários), a pousada que ficamos da primeira vez não teria um quarto quíntuplo e foi assim que encontrei a Casa da Praia! A pousada do Décio e da Elisa, um casal muito querido e simpático de São Paulo, nos recebeu de forma diferenciada.

A pousada é linda, estilo rústico em azul e branco, o que me torna suspeita opinar. O nosso quarto era um quíntuplo, suíte duplex, com uma cama de casal e uma de solteiro, ar condicionado e TV na parte de cima, contando ainda com uma varanda e uma rede.


Embaixo, são duas camas de solteiro, um ventilador, o frigobar e o banheiro. O ar, por sua posição, ajuda a refrescar o andar debaixo e não tivemos problemas com calor. O café da manhã é uma delicia, com bolos feitos lá mesmo. À noite eu passava pela cozinha e aquele cheirinho de bolo assando era irresistível! Tudo muito limpo e o capricho com que tudo é feito é notório. Eu recomendo DEMAIS! As crianças foram tratadas com tanto carinho que a Ana Luiza já veio embora dizendo que é uma boa ideia voltar lá.


Ao chegarmos, eles nos ofereceram um berço de camping (eu optei não solicitar na reserva porque achava pouco provável que o Mathias dormisse lá) que acabei aceitando e foi ÓTIMO! Vale dizer que a pousada não tem piscina, mas com toda a sinceridade, não nos fez falta. Um espaço verde amplo e bem cuidado, balanço, redes, área de leitura, pranchas de stand up pra usar no rio que passa atrás e todos os atrativos da vila foram mais do que suficientes. Além disso, eles sempre deixam um chazinho, biscoitos, café e biju ali na área de convivência disponíveis pra embalar um papo. Um mimo bem pensado e carinhoso. Sim, voltei apaixonada. Volto amanhã fácil fácil! :) Nos sentimos em casa, sem ter nada de mais nem de menos, achei na medida: acolhedor, familiar, carinhoso e lindo! Sente só um pouquinho da belezura:







UPDATE: desta última vez, como íamos em grupo, procuramos uma casa no Airbnb! Eu sinceramente achava que não teriam opções por lá, mas estava bem enganada. Numa conversa rápida sobre o lugar demos uma busca e achamos o que parecia ser a casa ideal para nós. E foi! Nos hospedamos na casa da Ana e do John e a casa nos atendeu super bem!


São três quartos no andar térreo: duas suítes com cama de casal (um dos quartos possui um berço de camping) e um quarto pequeno com uma bicama. No andar superior, eles fizeram dois quartos isolados só por cortinas, que acomoda mais dois casais e com espaço amplo pra pelo menos mais uns 10 colchões. A casa é bem ampla. Ficamos bem acomodados (talvez porque o pessoal foi gentil além da conta e nos deu uma das suítes pra ficarmos bem acomodados com as crianças) e aproveitamos o sossego do lugar muito bem.



Eu não entrei na jacuzzi por preguiça, mas as crianças grandes e pequenas amaram fazer um après cozimento na praia por lá...rs... Usamos a churrasqueira, cozinha...tudo em ordem. A localização é ótima porque fica bem próximo ao centrinho da vila e como tudo em Itaúnas, você sai pra comer/comprar a pé. A praia, independente de onde você esteja, você precisa ir de carro (a não ser que queira intencionalmente fazer uma boa caminhada enquanto carrega tralhas praianas).


OBS: a grande maioria das fotos que tirei na casa, incluem as demais pessoas do nosso grupo. Como eu não pedi autorização para postar, e fico sem graça de publicar sem consentimento, fiquei restrita, mas as fotos do airbnb são 100% condizentes!


COMES E BEBES:



Uma das minhas partes prediletas de Itaúnas é que é um local democrático. Tem opções para todos os bolsos. Para comer, a vila conta com algumas opções desde frutos do mar à pizzaria, padoca, PFs. Basta uma voltinha ali no centro da vila pra escolher. Quando fui a primeira vez a Ana Luiza não comia pizza e lembro de ter pego um PF delicia pra ela por 10 reais que o pai dela até ajudou a finalizar, inclusive. Desta vez, comemos até sushi. Não faltam opções. Aqui vai minha humilde opinião sobre alguns:


Pizzaria Oásis: pizza assada no forno a lenha. Comemos da primeira vez então não me lembro de detalhes, mas lembro de achar a pizza gostosa e de sairmos todos felizinhos e satisfeitos.


Restaurante do Cizinho: jantamos lá na primeira noite. Meu cunhado pediu um omelete e disse que estava bem gostoso, nós pedimos peixe grelhado e moquequinha de banana (eu AMO). Estava tudo gostoso, nada de super mega ultra que valha ressaltar. Lembro-me perfeitamente de sair com a pancinha cheia pra dormir felizinha.


Padoca do Klebinho: uma palavra apenas BIJU!!!!!!!!!! A gente sempre traz pra casa. Biju de Itaúnas é docinho e gostoso, não é aquele isopor sem gosto que a gente acha por aí. Uma delicia pra um cafezinho e um papo!



Açaí: óbvio né! Tem uma açaíteria ali no centro mas eu não me lembro o nome. Oops! #blogueirinhafail Fica em frente à uma padoca e é só açaí. Comemos ali nas duas (Três!) vezes e somos viciados todos em açaí, logo, muito satisfeitos, obrigada.


Temakeria: sim!!!! Agora temos um local pra matar a lombriga do peixe cru. Foi nossa pedida no segundo dia à noite depois de colocar os soldadinhos na horizontal. Enquanto eu e o Jó operávamos o milagre, o cunhado foi lá buscar. Depois, sentamos lá na área da pousada pra comer e rir...e jogar umas partidas, porque né...


Barraca do Itamar: é lá que gostamos de ficar (quando o trocadilho sem graça vem pronto). O Giovani que nos atendeu nos dois dias e além de super atencioso nos fez as recomendações certas.  Levei a bolsa térmica com algumas coisinhas pras crianças pequenas e grandes enquanto ficamos na areia aproveitando a maré baixa e a água na temperatura do chuveiro e depois, quando a maré começou a subir e o Mathias já estava deitando na areia pra dormir  beliscamos um peixinho por lá!


O QUE FAZER:

Bom, pra um vilarejo, são muitas as opções e a grande maioria tem a ver com programações em meio a natureza! Coisa linda!


DUNAS:

Quando fomos com #tiomano, chegamos no fim da tarde por volta das 16h de uma sexta-feira, então fizemos o check-in e fomos até as dunas ver o famoso pôr do sol. Da pra ir a pé, mas como estávamos chegando de viagem com as crianças, fomos com o carro ate o pé das dunas e subimos. Fotografamos, rolamos pra lá e pra cá e terminamos na barraca do Itamar, apreciando a lua cheia. Fui até a água confirmar que não era nem sonho nem ilusão, a água é realmente morna. Depois fizemos todo mundo voltar a pé porque queria garantir que iam todos desmaiar pós-banho. Se é pra gastar energia, a gente gasta!!!!


Vi belíssimas fotos do nascer do sol nas dunas, mas elas não serão de autoria da minha pessoa tão cedo..rs.. se vc animar...parecem bem lindas!!!!





PRAIA:



Posso resumir a experiência com a fala do meu marido para meu cunhado quando chegamos na praia: "a Karol não para de sorrir, olha só, não consegue fechar a boca". É amor purinho!!! Passamos o dia todo na praia (AMO ADORO SOU QUERO TODO FDS). Pela manhã, a maré baixa forma piscinas pela areia e as crianças ficam malucas (e a mãe das crianças também)! Depois quando a maré começou a encher nós ficamos na barraca do Itamar petiscando, conversando e as crianças brincando na areia.


- PARA CHEGAR NA PRAIA: ou você atravessa as dunas à pé ou contrata um buggy (UPDATE: não mais. Fomos informados que a prefeitura proibiu os buggies). Na primeira ida, fomos e voltamos de buggy. Em Abril com #tiomano, fomos de buggy pela paisagem, pro meu cunhado apreciar o rolê, mas voltamos a pé. Foi tranquilo. O Mathias foi no colo do Jó (talvez por isso eu achei tranquilo) e eu e Ana Luiza fomos conversando. Quando ela começou a reclamar, estava chegando. rs... Pra contratar o buggy, você passa a subida das dunas e segue reto até chegar em um estacionamento, lá eles ligam pro pessoal que faz o serviço. Na alta temporada tem gente ali direto!! Pode pedir informações na pousada também!


Nesta última vez fizemos o trajeto de ida e vinda a pé com tudo. Crianças e tralhas. Ana Luiza foi muito bem apesar de reclamar na volta porque era real...estava MUITO quente. O Jó carregou ela uns trechos e nos demais ela foi sozinha. Mathias foi nas minhas costas e olha...me senti crossfiteira! ahahahahaha A areia queima o pé mesmo, então vá preparado pra pular fogueira. Acredito que o ideal seja ir bem cedinho (nós fomos em torno das 11 am e voltamos um pouco depois das duas...melhor horário impossível, né?) e voltar no fim do dia. Quando fomos ver o por do sol no ano passado, a areia estava ótima!




COSTA DOURADA (BAHIA):


Eu, particularmente, considero IMPERDÍVEL....mas é aquela, emoção na estrada de chão (mas sem dunas quando chega).

De Itaúnas até lá são 30km de estrada de chão batendo em meio aos eucaliptos. Dizem que é só ir reto, mas não é beeeem assim. Dá pra se perder facilmente. Aconteceu com um pessoal aí que eu conheci...................

Existem algumas placas perdidas pelo meio do caminho indicando, mas a instrução geral é: segue reto. Passa as dunas e vai! Fomos nas duas vezes e eu iria todas. As falésias são lindas!



Chegando lá, ficamos na barraca do Cláudio que é deliciosa. A paisagem é linda, a comida é boa, o espaço é maravilhoso...sou muito suspeita. Fomos com minha família na primeira vez e com meu cunhado também. Passamos a manhã do domingo lá e voltamos depois do almoço pra encerrar a diária e partir. Desta última vez não cogitamos ir até lá porque em grupo as atividades mais simples e próximas se encaixaram melhor.



RIACHO DOCE (divisa ES/BA):


Nas primeiras duas vezes, não fomos até Riacho Doce porque em ambas nos disseram que estava com pouco volume de água e estava mais pra poça doce. Vale perguntar na pousada.


Desta última ida, parecia se encaixar bem. Metade do nosso grupo não estava topando subir e descer dunas no domingo outra vez debaixo de sol quente. Sabíamos que até lá eram aproximadamente 15 kms e que não teríamos dunas. Foi assim que todos toparam e fomos conhecer. A estrada toda é de chão e está bem sinalizada (considerando o contexto local). A primeira parada é a pousada do Celsão, logo depois um senhor oferece estacionamento alegando que já está bem próximo ao último estacionamento. É mentira, não está. No último estacionamento você é informado que aquele é o ponto final para carros. Acredito que pagamos 10 reais para estacionar. Fizemos uma caminhada de 10 min até a praia com algumas sombras pelo caminho. Ao chegar, constatei a poça doce. rs... Se você der um google é possível ver o riacho em tempos de cheia. Bem mais bonito. Nós pegamos uma piscina doce. O bom é que tem a barraca da Cida que oferece guarda sol e sombra à vontade com cadeiras dentro d'agua. Um paraíso para crianças. Nós gostamos bastante da experiência, mas quero voltar com um volume de agua mais substancial.




No retorno ao estacionamento, compramos uma agua de coco bem gelada e docinha. Desceu maravilhosamente bem!


OUTRAS OPÇÕES:

A pousada Casa de Praia, disponibilizava pranchas de stand-up pra usar no rio Itaúnas, mas não deu tempo em meio as prioridades (praia).


JC e JD alugaram uma bike daquelas que vai a família toda junta e deram uma volta no fim de tarde com a duplinha mirim pela vila enquanto eu apreciava um café com biju na minha preciosa auto-companhia-silenciosa. =) Fica ali pertinho do açaí.


Tem parquinho pras crianças na praça, pula pula...


FORRÓ!

Itaúnas é capital INTERGALÁTICA do forró pé de serra. Pergunte a qualquer forrozeiro que se preze. O festival (esse ano será entre os dias 14 e 21 de Julho) é famosíssimo!!!  Quando fomos a primeira vez era forró pra todo lado. Dessa vez eu só ouvi de longe à noite na pousada. Não posso fornecer nenhuma dica de local porque o dia que eu arrastar o Jó pra dançar forró publicamente será o fim dos tempos. Hahahahaha

A verdade é que sobra pouquíssima energia no fim de um dia de praia com duas crianças, além da minha própria euforia praiana equivalente a de uma criança.

Pra não me sentir assim tão em deficit com as informações, vou deixar aqui o site que tem TUDO sobre o assunto: CLICA AQUI, FORROZEIRO!


Gostaram das dicas? Espero que sim!


Queria dizer que eu fiz muita questão de escrever sobre Itaúnas por puro orgulho capixabinha. O lugar é lindo e precisa ser apreciado, valorizado e bem cuidado! Gosto de lá por ser um destino capixaba e por ser democrático. Tem opções para todos os gostos e bolsos e não é o hippie-rústico-elitizado. É tudo na medida. :)


Agora no início de 2019 fiz uma wishlist de lugares para ir no primeiro semestre e este foi o segundo que risquei (o primeiro foi Hidrolândia). E confesso que por mim eu iria à Itaúnas uma vez por semestre. É amor puriiiinho mesmo. hahahaha


Até breve!



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